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Se algum dia não quiseres o teu marido…

por Fernando Lopes, 24 Abr 16

Vivemos estórias tão inverosímeis que parecem efabulação. Sou amigo há imensos anos de um daqueles casais de namorados de infância que «deram certo». A minha amiga é de Belas-Artes, ele engenheiro informático. Um tipo adorável: é habilidoso, sempre bem-disposto, colabora nas tarefas domésticas, toca guitarra. A antítese deste cão sarnento de raça indefinida que vos escreve.

 

Essa minha amiga tinha uma colega de faculdade completamente choné. Psicótica, com a mania da perseguição, era um desafio que qualquer psiquiatra não desdenharia.

 

Convidam-na para jantar. Ele desdobra-se na sua habitual simpatia, prepara caipirinhas, ajuda no jantar, põe a mesa, sempre com uma piada e sorriso como é o seu jeito. A choné não resiste e observa:

 

- Olha, o teu marido é bem-parecido, jeitoso, colaborante, simpático. Se algum dia não o quiseres, avisa-me, precisava de um tipo assim.

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17 comentários

De Linda Blue a 24.04.2016 às 20:48

Se não fosse por já estar mais que avisada que se trata de uma choné, e não uma boa gozona, dir-te-ia que esse é o tipo de coisa que eu digo com a maior das descontracções. 
:)
Se calhar, também fui aquele elemento que existe em todas as famílias, que é o que deu com a cabeça no balde quando nasceu... :D

De Fernando Lopes a 24.04.2016 às 21:27

A diferença é que a observação foi sentida e genuína, não uma piada. :)

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