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Se algum dia não quiseres o teu marido…

por Fernando Lopes, 24 Abr 16

Vivemos estórias tão inverosímeis que parecem efabulação. Sou amigo há imensos anos de um daqueles casais de namorados de infância que «deram certo». A minha amiga é de Belas-Artes, ele engenheiro informático. Um tipo adorável: é habilidoso, sempre bem-disposto, colabora nas tarefas domésticas, toca guitarra. A antítese deste cão sarnento de raça indefinida que vos escreve.

 

Essa minha amiga tinha uma colega de faculdade completamente choné. Psicótica, com a mania da perseguição, era um desafio que qualquer psiquiatra não desdenharia.

 

Convidam-na para jantar. Ele desdobra-se na sua habitual simpatia, prepara caipirinhas, ajuda no jantar, põe a mesa, sempre com uma piada e sorriso como é o seu jeito. A choné não resiste e observa:

 

- Olha, o teu marido é bem-parecido, jeitoso, colaborante, simpático. Se algum dia não o quiseres, avisa-me, precisava de um tipo assim.

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17 comentários

De Relampejares a 24.04.2016 às 15:56

Comportamento típico da "amiga" que ao invés do que "aparenta" é tudo menos "choné!"
Ou acumula com a psicose, (e faz o todo) mas...essas? Normalmente são as que protagonizam as atracções fatais (filme). Cuidadinho é pouco e para mim seria "animal de estimação" que não frequentava a minha casa, por muito "amiga" que fosse. Não pelo medo da concorrência,  só se o seu amigo for tolo, mas elas são mesmo "um caso" muito sério! Metem coisinhas na cabeça (que mais ninguém vê, ou sente) um bocado para o estranho... E "necessitam" sempre de qualquer coisa que as amigas têm e a elas lhes dava imenso jeito.  ImageImage

De Fernando Lopes a 24.04.2016 às 17:21

Esta eu conheci, era uma choné encartada, topava-se à légua. Aliás, a protagonista de «Atracção Fatal» também o era, só que menos detectável. 
Image

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