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O direito a não gostar de alguém.

por Fernando Lopes, 17 Dez 16

Sou um homem de pessoas, quem me conhece sabe que rapidamente estabeleço empatias, cumplicidades, sem que isso signifique algum interesse esconso. É o meu jeito. Num mundo em que os afectos são tão efémeros quanto os interesses, convencionou-se que temos de gostar todos de todos, como se o planeta fosse uma infindável fraternidade. Não é. Tem mais traição, ódio, intriga, que lealdade, amor, frontalidade. Na escola, no trabalho, nas relações sociais não afectivas – e daqui excluo esse meu porto de abrigo que é a amizade – todos esperam que gostemos de todos. Perdoem-me, mas existe gente de que gosto de não gostar. Em alguns casos tenho boas razões para isso.

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  • Anónimo

    Não volta?!Vá lá...Escrever faz bem...e ler também...

  • Anónimo

    Que será feito do gerente desta coisa?Filipe em es...

  • Henedina

    Bom ano Fernando. Beijinho

  • Alice Alfazema

    Olá Fernando!Passei para te desejar um Feliz Natal...

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