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O carácter como bem escasso.

por Fernando Lopes, 1 Abr 14

Numa organização altamente hierarquizada habituei-me a ser leal; não digo amém pela frente e ridicularizo por trás. Independentemente da bondade ou justeza das decisões, nunca contarão comigo para ser sorrisos no frontispício, facadas pelas costas, esse modus operandi que é hoje a anormalidade normal.  Hoje A disse a B, «gosto muito de ti mas evito falar contigo para não desagradar a C, que não te suporta». Sinal dos tempos, o medo como motor, o carácter como bem escasso. 

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1 comentário

De Ana A. a 02.04.2014 às 13:33

Ou seja: C não suporta B, e o único incómodo para B é a perda da demonstração de carinho pela parte de A (já que não é referida outra consequência para B por C não o suportar). Então, deduzo que C não será a tal fera medonha que se subentende ser, mas apenas que A sofre de "engraxanço e culambismo". Será?

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