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Nós é que somos o sexo fraco.

por Fernando Lopes, 3 Ago 17

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Perdoar-me-ão as minhas queridas leitoras, mas este é um momento de algum machismo. Não o sendo, perpassa pelos meus olhos passa uma visão masculina do mundo. Sendo alguma coisa – que não sou – enquadar-me-ia no «masculinismo». Tenham paciência, mas não posso deixar de defender a mundividência no masculino. As senhoras são mais espertas que nós, têm habilitações superiores, orgasmos múltiplos, capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo, geram humanos e humanidade nas vossas barrigas. Nós é que somos o sexo fraco. Não fossem tão competitivas entre vós já dominariam o mundo há séculos. Tenho para mim que a maioria das mulheres prefere não aparecer, governando por entreposta pessoa. Gosto muito do meu género, mas entendo bem os transexuais que passam do masculino para o feminino. Há ganhos óbvios. Já o contrário parece-me má transacção. Surge isto a propósito de trabalho. Uma mulher – principalmente as solteiras, que abdicaram de uma vida e das responsabilidades familiares – são feras, conseguem trabalhar mais e melhor durante mais tempo. Pelo que observo as casadas dispersam-se mais, os filhos e os cretinos dos maridos consomem-lhes muitos recursos. Se fosse empreendedor contratava preferencialmente mulheres, solteiras se possível. Antes que comece o apedrejamento digo já que as minhas amigas casadas são igualmente competentes. Algumas delas são académicas reconhecidas, outras comandam departamentos, têm negócios, eu sei lá. Livres dos emplastros masculinos, o céu seria o limite.

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4 comentários

De redonda a 09.08.2017 às 23:22

não é a ideia que tenho...
quer quanto à competitividade entre mulheres
quer quanto ao demais...
os "emplastros masculinos", os filhos, não serão eles que dão sentido à vida e que podem fazer com que as mulheres queiram trabalhar e progredir? (e vice-versa, pensando nos homens, vamos então considerar emplastros femininos e filhos)

De Fernando Lopes a 09.08.2017 às 23:58

A paternidade alterou a minha vida no sentido em que há vida para lá de mim, uma responsabilidade em amar e cuidar. Numa relação amorosa os vínculos são diferentes e de natureza diferente. Uma mulher deve querer progredir (seja lá o que isso quer dizer) por si, não por amante ou filhos. Acho eu...

De redonda a 10.08.2017 às 00:55

acho que não me expliquei bem, o que eu queria dizer é que me parece que viver só para o trabalho deve levar a uma vida um pouquinho vazia, e que tendo filhos imagino que também nos dê uma razão para querermos ter sucesso profissional por eles e por nós, ...porque a ideia que tenho de estar bem é estar bem em todos os domínios, família, trabalho, etc. (e se calhar continuo sem conseguir explicar-me bem :)

De Fernando Lopes a 10.08.2017 às 07:35

Conseguiste, pois.

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