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Nós é que somos o sexo fraco.

por Fernando Lopes, 3 Ago 17

masculinismo.jpg

 

Perdoar-me-ão as minhas queridas leitoras, mas este é um momento de algum machismo. Não o sendo, perpassa pelos meus olhos passa uma visão masculina do mundo. Sendo alguma coisa – que não sou – enquadar-me-ia no «masculinismo». Tenham paciência, mas não posso deixar de defender a mundividência no masculino. As senhoras são mais espertas que nós, têm habilitações superiores, orgasmos múltiplos, capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo, geram humanos e humanidade nas vossas barrigas. Nós é que somos o sexo fraco. Não fossem tão competitivas entre vós já dominariam o mundo há séculos. Tenho para mim que a maioria das mulheres prefere não aparecer, governando por entreposta pessoa. Gosto muito do meu género, mas entendo bem os transexuais que passam do masculino para o feminino. Há ganhos óbvios. Já o contrário parece-me má transacção. Surge isto a propósito de trabalho. Uma mulher – principalmente as solteiras, que abdicaram de uma vida e das responsabilidades familiares – são feras, conseguem trabalhar mais e melhor durante mais tempo. Pelo que observo as casadas dispersam-se mais, os filhos e os cretinos dos maridos consomem-lhes muitos recursos. Se fosse empreendedor contratava preferencialmente mulheres, solteiras se possível. Antes que comece o apedrejamento digo já que as minhas amigas casadas são igualmente competentes. Algumas delas são académicas reconhecidas, outras comandam departamentos, têm negócios, eu sei lá. Livres dos emplastros masculinos, o céu seria o limite.

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5 comentários

De Anónimo a 04.08.2017 às 22:46

Isso! Lamento sempre que não nos tenham criado condições condições essas que, de tão simples, ou não...não se explica não existirem.Claro que a partilha nas quatro paredes seria uma delas-a mais difícil de tão assimilada.beijinho Fernando

De Fernando Lopes a 04.08.2017 às 23:51

A maioria dos homens não foram educados para isso, o que não significa que não possam ser ensinados. Também pode ser um trabalho paciente das mulheres - ensinar.


Beijo

De alexandra g. a 06.08.2017 às 00:29

Fazemos assim: primeiro, isto é, quando nos voltarmos a encontrar, os três, bebemos uns copos. De seguida, parto uma garrafa e encosto-a à tua jugular. Depois, questionar-te-ei durante minutos (japoneses) sobre essa coisa de "Também pode ser um trabalho paciente das mulheres - ensinar".


:)


_____
p.s. - obviamente, desconheço a pessoa anónima que antecedeu o meu comentário, ao qual respndeste.

De Fernando Lopes a 06.08.2017 às 13:05

Na minha geração não éramos ensinados a fazer tarefas domésticas. Aliás a matriarca dizia: «não quero homens na cozinha». Uns aprenderam, outros nem por isso. Eu, minha senhora, só sei o trivial. :)

De alexandra g. a 07.08.2017 às 02:04

querida pessoa Ferdinand , que sei que és :)


cuidado com as matriarcas (a minha mãe é, neste momento, essA). Cá/lá nos vamos ambas entendendo - tem dias - mas até ela sabe que perpetuou o machismo, que machista foi ela, em certas coisas muito mais que ele (o meu mar morto :). Os meus manos libertaram-se do jugo da 'educação', felizmente, e são exímios em múltiplas tarefas "do foro feminino", e fizeram-no por vontade própria. De resto, devo acrescentar, são hoje tão bons ou melhores que as suas companheiras em várias matérias ditas domésticas, mas acontece que elas são igualmente óptimas noutras áreas, supostamente, as que "a eles competia executar" :)

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