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Morte na parede.

por Fernando Lopes, 13 Jul 17

agramonte.jpgNas redondezas de Agramonte, Porto

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2 comentários

De alexandra g. a 16.07.2017 às 21:10

Li ontem isto que publicaste, mas uma memória muito forte surgiu e não consegui deixar o meu comentário. Agora é 'mais fácil': o meu pai dizia o mesmo, por outras palavras: porquê flores nos funerais, se se levam também para outras cerimónias, essas sim, alegres? (e ele assistiu aos rituais de despedida, na Índia, mas a Índia não é Portugal...). Não gostava, aprendi com ele a (também) não gostar e não compreender. O pior de tudo foi quando, antes de a urna dele baixar à cova, um dos melhores amigos (vindos da clandestinidade, do tempo do Estado Novo e respectiva PIDE) lhe colocou entre as mãos um cravo. Compreendi, mas não gostei.

Ainda hoje não suporto cravos e as minhas filhas e irmãos e irmã sabem que prefiro ser cremada, não sepultada. Com algum azar, ainda me irá alguém depositar entre os dedos hirtos um molho de rosas (foda-se!, logo a mim, que ando apaixonada pelas próteas, e quem diz próteas diz poejos, beldroegas, eu sei lá :)

De Fernando Lopes a 16.07.2017 às 23:42

O facto de depositarem o cravo é perfeitamente compreensível, só e apenas pela simbologia. 


___________________________
Olha lá, tu queres ser «cromada» ou queres que façam um caldo com os teus restos mortais? 

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