Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Gisberta, para que a memoria não prescreva.

por Fernando Lopes, 21 Jan 14

A natureza não é perfeita, muitas vezes engana-se; aprisiona uma menina num corpo de menino, faz com que um rapaz arraste consigo um corpo feminino. Em Fevereiro de 2006, Gisberta, um transexual brasileiro foi vítima das sevícias de um grupo de adolescentes que a conduziram a uma morte prematura. A ignorância, o preconceito, matam. Ficou esta triste «estória» na memória de todos os que tentam compreender quem é diferente, fazer seus os dramas de outrem. Passados oito anos, para que a memória não prescreva, porque é necessário respeitar as «Gisbertas» que caminham a nosso lado, vai à cena no Pequeno Auditório do Rivoli a peça homónima, em que Rita Ribeiro interpreta a mãe da personagem que dá nome ao drama. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

3 comentários

De golimix a 23.01.2014 às 18:35

Chocou e continua a chocar, de facto. E é bom que haja sempre quem lembre o que aconteceu para que assim, a pouco e pouco, crimes como este sirvam para se ver que a estupidez Humana é infinita e que há que torná-la um pouco menos estúpida...
Deu para entender?

De Fernando Lopes a 23.01.2014 às 21:51

O Jorge tem razão, é necessários vencer atavismos e outro tipo de bloqueios de género e sobretudo de educação em relação à diferença. Mas é um combate que devemos travar, pelos outros, mas sobretudo por nós.

De golimix a 24.01.2014 às 09:22


Nem mais!

Comentar:

De
Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.
Comentário
Máximo de 4300 caracteres

Pesquisar

Pesquisar no Blog

Feedback

subscrever feeds