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E o MEC disse o que sou incapaz de verbalizar.

por Fernando Lopes, 1 Mai 14

Como escritor, não posso traçar uma linha sobre aquilo que escrevo e o que não escrevo. Não posso pensar: «Estarei a ir longe demais?» Eu quero expor-me o mais possível! Todos os escritores que admiro são os que se expõem. Ser escritor é expormo-nos. Uma pessoa tem de correr o risco de não ter graça, o risco de passar too much information  [informação excessiva], ou informação íntima que não interessa absolutamente nada… Não há confissão excessiva. As pessoas podem sentir-se desconfortáveis com essa confissão, mas o dever do escritor é expor-se, expor-se, expor-se. E escrever também tem um lado de catarse e de desafio em que uma pessoa desabafa à frente dos outros, desata aos gritos, a bater com os punhos de revolta, e não tem vergonha de o fazer.

 

Hoje pensei recorrentemente em suicídio uma vez mais...

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1 comentário

De Alice Alfazema a 02.05.2014 às 08:32

Olá Flopes!

Todos nós temos pensamentos negros, foca-te nos teus pontos de luz, como diz a Goli, eu creio que tens vários para além da tua filha, eu poderia escrever mil coisas, mas não quero ser maçadora, porque cada um tem as suas crenças e é nelas que vai buscar as suas raízes, no entanto podemos utilizar outras sementes, para produzirmos outras raízes que necessitemos, quem melhor que o próprio para saber aquilo que necessita? Lembras-te dos desejos de Ano-novo? Já concretizas-te algum?

O medo é uma coisa solitária, importa estares acompanhado, um livro, uma emoção nova, um cão, um passeio, uma sessão de Reiki, aprender algo novo...são pontos de luz, que iluminam pensamentos negros.

Um abraço

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