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«É criminoso subir o salário mínimo».

por Fernando Lopes, 16 Jul 14

Tenho para mim que João César da Neves está para os economistas como Ulrich para a banca ou Camilo Lourenço para os jornalistas económicos, a necessidade de aparecer e polemizar é tanta que o esfíncter ligado ao cérebro se descontrola e por ali saí qualquer caca. Desta vez o abominável César das Neves perora sobre o drama que seria para as empresas mais frágeis o aumento desta «garantia mínima» de dignidade. Quinhentos euros não são garantia mínima de coisa nenhuma, pode ser-se trabalhador e paupérrimo se se auferir o salário mínimo. Por outro lado, uma empresa que desequilibra a tesouraria com um aumento da magnitude prevista, tal como os dinossauros, há muito deveria estar extinta.

 

O argumento económico é falso, a Alemanha institui recentemente um salário mínimo para evitar a desregulação do mercado laboral e a «chinezificação». O modelo económico que César da Neves defende é caduco, destinado a ser competitivo pelos baixos salários. Não sabe JCN que a China com os seus 146€ de remuneração mínima é já ela um país caro, tendendo as multinacionais a deslocar-se para o Bangladesh, Vietname ou outros.

 

Enternece-me o seu conhecimento e preocupação com a pobreza, num vídeo capaz de figurar com facilidade no Top Ten dos mais idiotas do ano. 

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2 comentários

De O Abominável Careca a 16.07.2014 às 19:25

Em suma estamos rodados de idiotas há demasiado tempo e nunca mais vejo o dia de nos livramos de toda esta corja! Fechem o país, façam um completo "reset" a esta pseudo-democracia e caso de necessidade podem contar comigo para dar um colorido a futuras acções! A estupidez e o "non-sense" lusos já há muito que fazem parte da realidade nacional perpetuando-se esta agonia há quatro décadas para desespero de todos aqueles que por simples teimosia ou falta de coragem ainda vão resistindo à sobrevivência neste pardieiro!!!

De Fernando Lopes a 16.07.2014 às 20:56

O discurso de César da Neves oscila entre a cretinice pura e dura e a incontinência verbal. No fundo o pobre homem padece equivalente ao Síndrome de Tourette em termos económicos. É esta coisa «professor». Citando Almeida Garrett «Foge, cão, que te fazem barão! Para onde? Se me fazem visconde ... »

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