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Carrossel.

por Fernando Lopes, 26 Mar 15

tunnel_of love.jpgImagem:behance.net

 

Nada para lamentar, pouco que entristeça, algumas cicatrizes para sempre marcadas que como para um guerreiro, são motivos de orgulho não de ocultação. Não estou certo que um amor termine quando outro começa, talvez seja um carrossel em que rodamos entontecidos sem que nunca cheguemos verdadeiramente a parar. Quando te pões a reflectir sobre o que foi a tua vida afectiva, sabes que todos os grandes amores te marcaram um pouco, te entonteceram mais ainda, que de alguma forma giram continuamente no teu pequeno mundo. O amor de ontem, o de hoje, o de amanhã. Giras, giras e voltas a girar. A memória prega-te truques, torna próximo o distante, brilha aqui, apaga ali. Ensinou-me a experiência uma coisa; se não és capaz de valorizar as paixões que tiveste, as que tens e virás a ter, é porque delas não foste merecedor. Estás vivo, nunca deixes o carrossel parar.  

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1 comentário

De bloga-mos a 26.03.2015 às 15:08

O carrossel que me calhou volteia tanto que me tornei no principal consumidor mundial de pastilhas para o enjoo de acordo com a OMS...

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