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Administradores passam de 7 para 11, mas Estado poupa 89 600 €/ano.
Depois das gravatas da Cristas, mais esta medida de referência, que na prática significa um poupança de 0,0001% da despesa pública. Mais do que 89.600€/ano gasta a Caixa em clips, agrafos, elásticos, canetas e demais material básico de escritório. O governo parece apostado em tomar medidas que dão boa imprensa mas que não valem a ponta de um corno.

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1 comentário

De Fernando Lopes a 07.08.2011 às 16:37

Ana,

No essencial as propostas do PH são interessantes e fazem todo o sentido.
Só que a "lei de responsabilidade política" arrisca-se a padecer de fraca aplicabilidade. Desde que não haja gestão danosa, apropriação ilícita de bens comuns ou corrupção arriscamo-nos a ter os governantes sobre constante plebiscito o que, sinceramente, não me parece muito razoável.

Citando Ortega y Gasset, para dar um ar culto aqui à chafarica, "o homem é o homem é as suas circunstâncias" o que também se aplica aos políticos.

Mas os mecanismos de "verificação política", inteiramente de acordo que precisam de ser revistos e aperfeiçoados.

Abraço,
Fernando

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