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Já troquei argumentos com a magnificamente apelidada Madame Mubarak sobre a legitimidade dos acampados do Rossio. Por muito que compreenda e ache legítimas as suas aspirações, cumpre-me informar que as revoluções não se fazem com gajos deitados. Porque é cómodo e politicamente correcto ser pacifista e gritar contra a brutalidade policial. À brutalidade deve reagir-se com brutalidade. O recurso à violência é sempre legitimo se formos alvo de violência. Neste caso policial, poderia ser do Estado ou outra. Isto agora não se diz, e é feio pensar assim. Devemos levar no focinho, nos bolsos e ficar calados ou manifestarmo-nos pacificamente. Fica uma imagem como lembrete de tempos idos.

“Quem quer, não a liberdade, mas o Estado, não deve brincar à Revolução.”
Mikail Bakunin

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1 comentário

De Fernando Lopes a 13.06.2011 às 23:29

Welcome back Manel,

De facto somos um país peculiar. Capitães milicianos que fazem uma revolução porque estavam no topo da carreira e "acampados" que em vez de partirem para a luta se deitam no chão. Bem sei que a questão da legitimidade da violência revolucionária não é pacífica, mas isto também é, no mínimo, estranho.

Beijo,

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