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O filhinho do patrão e os mandriões

por Fernando Lopes, 7 Jun 12

 

Paulo Azevedo é um bom exemplo da corja que manda neste país. Para ele, "trabalha-se mais de 8 horas por dia" e "é preciso não ser preguiçoso nem mandrião para trabalhar na Sonae". Inaceitável, porque, como todos sabemos, muitos portugueses tiram dias, meses e anos à vida pessoal para trabalhar. Abdicam das crianças. Encontram o senhor(a) que mora lá em casa fortuitamente ao jantar. Um marmelo que estudou na Suíça, e daí partiu directamente para quadro superior, que têm empregadas para lhe ir buscar os filhos à escola, nasceu no meio da abastança, deveria ser contido, humilde e compreensivo. Afinal, o grande mérito que lhe conhecemos é ser "filho do pai". Quantas empresas fundou? Quantos postos de trabalho criou? Alguém é capaz de dizer das suas qualidades como gestor? Ninguém sabe. O jovem nunca exerceu outras funções que não as de "filho do patrão". É pai de três filhos. Feitos nos breves intervalos em que vai a casa, que este ser incansável trabalha 24 sobre 24.

 

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