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300 mil

por Fernando Lopes, 14 Nov 11


Não posso deixar de ficar siderado com a grandeza dos números.

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1 comentário

De MManel a 16.11.2011 às 17:19

Alô!

(Resposta em 2 partes)

Os Estados não conseguem cobrar impostos nem contribuições suficientes para as despesas, por isso colocam obrigações para os privados lhe emprestarem dinheiro - por ex. os famosos certificados de aforro.

As intervenções do FMI verificam-se quando o juro pedido pelos privados para emprestar é caótico (foi o que nos aconteceu) ou porque simplesmente ninguém quer emprestar - tipo alguns países de África e América Latina.

Sabemos que estas entradas implicam uma "redisciplinação" da economia, pois para se chegar ao ponto do FMI entrar - ou seja, empresta mais barato do que os ditos mercados - só significa que os investidores, institucionais ou não consideram perigoso "meter lá massa". A solução mais imediata é de facto cortar na despesa.

Mas os empréstimos do FMI são uma injeção pontual e os países continuam a depender dos investidores habituais - bancos, instituições gestoras de fundo de
pensões, gestores de fortunas, etc., etc.


Cavaco e Sócrates - de facto a preocupação da obra feita

Na época do primeiro, o problema foi a saloiada - tipo "venha muito dinheirinho" para as empresas e agricultura porque os empresários são todos muito espertos e trabalhadores

- resultado:
1) jeeps, carros de alta cilindrada, casas com piscina - espertos

2) empresas sobre-dimensionadas embora com elevado grau de investimento - problemas de adaptação a quebras da procura e baixa produtividade em geral


Sócrates - a vaidade e teimosia de querer ser o Marquês de Pombal das auto-estradas e dos subsídios a quem nada faz, deu no deu, para além da proteção ao BPN, buraco nacional.

Ou seja, "gastarei" até que a voz me doa...




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