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Para um leigo em economia recessão gera baixa de consumo. Consequentemente menos impostos e menos receita. O menu do FMI/FEEF/BCE não está a dar resultado na Grécia. Pelo contrário só desperta a voragem dos "mercados" por novas presas.

Se os europeus não querem uma Europa a várias velocidades têm de dialogar. Temos países em situação idêntica à nossa e nunca se viu a procura de uma solução comum. Os até agora intervencionados nunca se reuniram para debater problemas ou possíveis soluções. Nesta Europa do "salve-se quem puder", Portugal, Grécia e Irlanda ficaram presos a uma moeda comum que não podem desvalorizar.

Temos vizinhos que míopes apenas se preocupam com o seu umbigo, adiando ad eternum um inevitável caminho de unificação sócio-económica e política, que a curto prazo será necessária não só para a sobrevivência dos periféricos, mas também do eixo franco-alemão. Tardam em compreender que as desigualdades são a génese das revoltas. A mais do que previsível reestruturação da dívida grega será provavelmente o primeiro passo para o debilitado edifício europeu ruir como um baralho de cartas.

Se os líderes não souberem assumir as suas responsabilidades e se mostrarem incapazes actuar como um todo, serão as Moody's deste mundo a mandar na velha Europa. Mas isto é um cidadão simples a pensar ... Pensem comigo e participem com a vossa opinião.

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1 comentário

De Fernando Lopes a 30.05.2011 às 12:47

Manel,

Perdoa-me mas escapa-me a brejeirece.
Se as economias emergentes são altamente proteccionistas, os grandes produtores europeus vão produzir para quem? Para os PIIGS não. Os países de Leste ainda não possuem poder de compra nem massa crítica como a China, Rússia ou India.
Se quiseres elabora sff.

Beijo,

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